Equipa


Que grande manhã. É difícil descrever a sensação de acordar às sete da matina, até por ser novidade para mim no passado recente, e ver o sol a brilhar após uma semana de gotas a cair de forma ininterrupta. Por breves instantes, até deu para esquecer o corpo sedento de mais umas horas de sono. Prémio justo para o esforço na estreia como organizadores de provas. Foi um risco, claramente, mas compensado pela disponibilidade de grande parte do pessoal, sobretudo os que costumam bulir pela tardinha.

O raio da parede assustava os mais cépticos. Como eu. Mas a coisa deu-se. No terreno, a maior representação de sempre dos Sobralternos. Sete ioleiros, dois deles por laços conjugais, colaram-se aos apoios como gatos e passaram pelo arco como se não houvesse amanhã. Aliás, perante a falta de pontaria de grande parte, como eu, corria-se o risco de não haver mesmo, e a malta ainda tinha que trabalhar lá mais para o final do dia. Pessoalmente, foi um grande dia de trabalho, feito com um largo sorriso. Por tudo ter corrido bem, tanto na madrugada que se prolongou até às 14h30 como na noite que encerrou à 1h00, muitos caracteres depois. Pelo meio, apenas tempo para o almoço e o banho. A cama teve de esperar.

O pessoal foi extraordinário. Compreenderam algumas eventuais azelhices de organizadores sem prática, disfarçaram o facto de estarmos a contabilizar o tempo quando os responsáveis do No Fear não estavam para aí virados e ainda trouxeram combustível para alimentar o corpo cadente. Aqueles tremoços de Aveiro são mesmo de outro Mundo.

Quanto aos Sobralternos, o Filipe surpreendeu no arco e na calma que foi denotando nos períodos de maior tensão camuflada, enquanto a Ana soube escolher as miniaturas de bolo certas para manter os níveis de açucar no sangue elevados e a disposição em alta. Sois grandes.

O Sérgio e a Sara, que partilhavam comigo vários receios vertiginosos, acabaram por dar o exemplo e desembaraçaram-se com mestria. Só tive de seguir a corrente. Muito obrigado.

Saudação especial para Kiki Fonseca e Cláudia Rosenbusch. O homem trabalhou para mundial, pulverizou o tempo de escalada, e ela ainda ousou resistir à pressão do gajo mais chato deste torneio, que quase a obrigou a descer a parede em rapel invertido só pelo orgulho. Decidiste bem, Cláudia. Grande estreia de ambos.

Ficamos à espera do regresso da dupla Ricardo-Vanda, assim como a primeira vez da Cristina «Pereira». Venham as máscaras.

Vítor Hugo Alvarenga

Sábado «é prá rebentar» na parede da No Fear, na Madalena.

A organização da prova já deu para suar, agora esperamos pela recompensa.

Todas as informações na página oficial quebra-ócistica.

(Baltazar)

Boas, serve a presente para:

1º Dar os parabéns à dupla Rémulo e Marta pela remodelação do blogue, está bem mais atraente.

2º Agradecer às pessoas que por cá passaram para uma vista de olhos e comentários de incentivo. Espero que consigam promover iniciativas do género, o mais difícil é erguer a coisa, a partir daí é só deixar correr ao sabor do vento.

3º Dar graças a Deus por termos perdido o comboio de regresso. Não fiz de propósito, mas acabei por ficar a jantar em Aveiro como queria, para completar um dia em cheio e retribuir a atenção que nos foi dispensada pelos organizadores. Fosteis grandes, Cascadores.

4º Agradecer a boa vontade desse grande casal, Filipe e Ana, pela bela viagem de comboio e pelo desempenho esforçado nas setas. O meu jeito momentâneo para as setas, até então desconhecido, surgiu em vossa homenagem.

5º Como é óbvio, por debaixo das batas, os padres usam o corpo de Deus.

6º Lá por ser mais sensível e dado a afectos, não quer dizer que seja menos homem.

7º Ou quer?

8º Estou solidário com o Gil. Vou-lhe oferecer um porta-copos. Acho que ele tem medo de manchar o mobiliário.

9º O Pacheco Pereira vai levar o Boavista à Europa.

10º Sandra, tentaste estragar a minha fotografia de consagração, mas o mal já estava feito. Ich bin sehr gut um Setas.

11º O meu WC é maior que o teu.

Até para a semana, e continuem a mandar bitaites.

Beijos e abraços,

Vítor Hugo Alvarenga

«Cumpriu-se a profecia». A declaração é proferida por um dos elementos ausentes da equipa em reacção à informação de que os «arqui-rivais» Seinfeld Fans tinham ficado em último lugar no arranque da II edição do Torneio Quebra-Ócio. Para evitar conflitos maiores não vou avançar com o nome desse «atleta», que festejou com várias «pint» na boémia Dublin. Como não deu para ficar em primeiro lugar na primeira prova, festeja-se por outro motivo qualquer. O que é preciso é beber!

Não terá sido o começo ideal para uma equipa habituada ao topo, mas já podemos orgulhar-nos de ter vencido a prova mais «cerebral»: as damas. Isso para nós já chega, até porque na sorte e azar do dominó não nos demos nada bem. A última posição nesse maldito «desporto» atirou-nos para a quarta posição (grrrrrrrrrrr).

Mas, atenção. Estamos já a encetar esforços para que no próximo sábado, em território bem conhecido, junto à famosa Avenida Dr. Lourenço Peixinho, na belíssima Aveiro, possamos inverter posições. «Hasta la vitória, siempre» (Chavez não diria melhor)

(Baltazar)

P.S. – Bem, se por acaso alguém tinha dúvidas, aí está a prova de que o Rei das Postas é uma mais valia. O home está inspirado e ninguém o pode parar!

Antes de mais, importa explicar como surgiu esta porra de nome, para quem ainda tiver dúvidas. O chefe de grande parte desta gente chama-se Luís Sobral, a malta trabalha a ritmos inacreditáveis, pelo que não passamos de meros alternos do Sobral. Logo, Sobralternos.

O raio de acção deste nome é vasto, desde as alegadas ligações a Sobral de Monte Agraço (falsas, apesar de a terrinha já ter um parque infantil e até ter sido salpicada com neve neste domingo, 28/01), passando pela ideia lançada para o ar de que não seriamos mais que Alternadeiros do Sobral. Não me parece bem. A malta ganha pouco, trabalha muito, mas dá o corpo com gosto, por amor, não por dinheiro.

Como surgiu a ideia? Mais que o como, importa o onde. Na casa de banho. É um espaço de eleição para este tipo de ideias luminosas. Aliás, como reflecti há dias, a casa de banho é por estes dias o único sítio onde uma pessoa tem total liberdade. Há sempre o risco de algúem entrar pelo quarto dentro sem bater (maior se vivermos acompanhados, ligeiramente mais baixo de morarmos sozinho, mas ainda assim possível). Na casa de banho, não.

Entramos para aquele espaço exíguo e sentimo-nos verdadeiramente à vontade. Ninguém ousa violar aquela privacidade, com medo do que possam encontrar do outro lado. E isso, hoje por hoje, é uma mais-valia impressionante. Num mundo cada vez mais congestionado, com pessoas empacotadas em apartamentos, com todo o tipo de barulhos a fazerem-se ouvir através de paredes que parecem de esfevovite, a casa de banho é a maior garantia de privacidade de uma pessoa.

Aliás, quando isto começar mesmo a apertar, acredito que não teremos mais que 4 metrosX4 a servir de habitação. Uma cama desdobrável, uma televisão no lugar do bidé e uma banca dividida entre lavatório e lava-loiças. Espero já não andar por cá nesta altura.

Bem, vai-me faltando o tempo e já não poderei fazer uma dissertação sobre os pastéis de nata. É pena, porque neste domingo comi um que sorriu para mim no café e voltei a lembrar-me que aquilo é mesmo uma das melhores coisas do Mundo. Como digo várias vezes, o gajo que inventou o pastel de nata deve estar rico, e nós continuámos por cá, a contar tostões. Ninguém demonstrou interesse em apoiar a minha ideia dos cotonetes adaptados para o nariz. Paciência.

(Vítor Hugo Alvarenga)

PS: Tudo isto para servir de apresentação à minha pessoa, para quem se interessar por isso. Basicamente, fui Rei das Postas na primeira edição do torneio e esta apresentação serve de exemplo da minha verborreia escrita. Ao vivo, sou bem mais calmo, acanhado até.

“Não sou nem ateniense, nem grego, mas sim um cidadão do mundo”, a frase é de Sócrates (o filósofo, não o primeiro-ministro), mas descreve bem os Sobralternos.

Esta semana, enquanto alguns bravos elementos se baterão, com um misto de bravura, astúcia e muito sentido de humor, nas mesas de jogo, outros três (incluindo eu) andarão a passear pelas ruas de Dublin e a visitar os campos verdejantes e os castelos assombrados da bela Irlanda.

Fisicamente lá, mas com o espírito cá, assim são os Sobralternos. E se de repente uma pedra de dominó cair sobre a mesa, sem razão aparente, já sabem, são os três Sobralternos irlandeses a mandar energias positivas para cá.

Boa sorte para todas as equipas. Joguem limpo, joguem bem, mas não esperem ganhar, porque a primeira vitória é nossa!

(Sara Sobralterna)

É com um profundo sentimento de tristeza (mentira, vou para Dublin e vou feliz da vida) que anuncio que não vou poder estar no arraque da segunda edição do Quebra-Ócio. Aproveito para desejar que a primeira prova decorra dentro de um grande espírito de fair-play (mentira, quero que os Seinfeld fiquem em último) e que os Sobralternos façam a melhor participação possível (mentira, quero é que ganhem, porra). Desde Dublin vou estar a torcer por vocês (mentira, vou é estar a beber uma Pint em Temple Bar).

Fora de brincadeira, agora. Quero manifestar a minha tristeza por não poder estar, quero mandar um abraço aos Sobralternos e quero desejar que os Seinfeld fiquem em último.

(Federer)

Após uma louvável participação no I Torneio Quebra-Ócio, decidimos alargar horizontes e contratar alguns reforços, que passamos a apresentar:

- Dupla Cláudia Rosenbusch e Ricardo «Kiki»

- Dupla Vanda e Ricardo, que já tinham participado na prova de «beach-volley»

- Sara Marques, que também já tinha dado o seu valioso contributo na primeira edição

- Cristina «Pereira». Depois de inicialmente inscrita no I Torneio, regressa com vontade renovada

Os restantes quatro elementos (Fili, Ana, Sérgio e Alvarenga), transitam da equipa original, por isso transportam o peso da mística.

 OBJECTIVO:  VENCER!

(Baltazar)